Jacob Elordi alcançou fama internacional ao interpretar Noah Flynn em The Kissing Booth (A Barraca do Beijo) e suas sequências na Netflix. Ele também recebeu grande reconhecimento por seu papel como Nate Jacobs na série da HBO Euphoria, onde demonstrou um lado mais dramático e intenso como ator.
Atualmente, ele é o protagonista do lançamento “O Morro dos Ventos Uivantes”, uma nova adaptação que apresenta uma estética marcante e um tom mais sensual e estilizado, gerando opiniões divididas entre quem aprecia o estilo e quem critica as mudanças em relação ao romance original.
A seguir, neste artigo do umCOMO, mostramos os melhores filmes e séries de TV de Jacob Elordi.
Euphoria (2019–)
Seu papel como Nate Jacobs é considerado seu melhor trabalho até agora. Trata-se de um personagem complexo, sombrio e emocionalmente intenso, que consolidou seu prestígio como ator dramático.
A série acompanha Rue Bennett, uma adolescente que luta contra o vício enquanto tenta encontrar seu lugar no mundo. A partir da perspectiva dela, a história explora a vida de um grupo de jovens que enfrentam temas como drogas e dependência, identidade e sexualidade, relações tóxicas, saúde mental e redes sociais.
A produção também é conhecida por seu estilo visual marcante, fotografia intensa e narrativa crua.
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Saltburn (2023)
Um thriller psicológico no qual ele interpreta Felix Catton, demonstrando carisma e ambiguidade em uma história inquietante. O filme acompanha Oliver Quick (Barry Keoghan), um estudante brilhante, mas socialmente isolado, da Universidade de Oxford, que rapidamente se sente fascinado por Felix Catton, um colega atraente e aristocrático. Quando Felix convida Oliver para passar o verão com sua excêntrica família na enorme propriedade chamada Saltburn, as coisas tomam um rumo sombrio, extravagante e perturbador.
A produção é conhecida por sua estética marcante e produção cuidadosa, embora sua história e tom tenham dividido críticos e espectadores. O filme recebeu críticas mistas a positivas: muitos elogiaram a direção, as atuações e a estética, enquanto outros criticaram o roteiro ou a falta de coesão. Além disso, foi indicado a vários prêmios importantes em festivais e associações cinematográficas.
Priscilla (2023)
Este filme é baseado nas memórias Elvis and Me, escritas por Priscilla Presley e Sandra Harmon, e conta a história da vida de Priscilla desde a adolescência até seu relacionamento complicado com Elvis Presley (papel interpretado por Jacob Elordi).
A história se concentra em como Priscilla (interpretada por Cailee Spaeny) conhece Elvis quando ainda é muito jovem, como a relação entre os dois se desenvolve e como ela lida com a fama, a identidade e o poder dentro desse romance intenso e complexo.
O filme recebeu críticas majoritariamente positivas, com elogios à sensibilidade narrativa, às atuações e ao estilo visual, especialmente após sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Veneza de 2023.
A Barraca do Beijo (2018)
A comédia romântica juvenil que o lançou ao estrelato mundial como Noah Flynn. A história acompanha Elle Evans (Joey King), uma estudante do ensino médio que nunca foi beijada. Tudo muda quando ela participa de um estande de beijos na feira da escola e acaba beijando Noah Flynn (Jacob Elordi), o garoto mais popular e atraente do colégio… que também é o irmão mais velho de seu melhor amigo.
O problema é que uma das regras mais importantes da amizade deles é nunca se envolver romanticamente com familiares.
O filme foi um grande sucesso na Netflix, tornando-se uma das comédias românticas adolescentes mais populares da plataforma em 2018. Ele lançou a carreira internacional de Jacob Elordi e deu origem a duas sequências: A Barraca do Beijo 2 e A Barraca do Beijo 3.
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A barraca do beijo 2 (2020)
A sequência que consolidou sua popularidade entre o público jovem. Nesta continuação, Elle Evans (Joey King) e Noah Flynn (Jacob Elordi) tentam manter um relacionamento à distância enquanto Noah estuda em Harvard. Elle, ainda no ensino médio, precisa lidar com ciúmes e inseguranças, novas amizades (incluindo o carismático Marco), decisões sobre seu futuro universitário e o medo de perder o relacionamento.
O filme combina romance, drama adolescente e momentos musicais, incluindo uma competição de dança muito lembrada. Foi uma das estreias mais assistidas da Netflix em 2020.
Recebeu críticas majoritariamente negativas da imprensa, mas foi muito popular entre o público jovem e preparou o caminho para o desfecho da história em A Barraca do Beijo 3.
A barraca do beijo 3 (2021)
O terceiro filme encerra a história de Elle Evans (Joey King) e Noah Flynn (Jacob Elordi) enquanto eles enfrentam os desafios finais de seu relacionamento e de seus futuros acadêmicos.
Neste filme, Elle precisa decidir se irá para a universidade dos seus sonhos, que fica longe de Noah. Ao longo da história, surgem conflitos românticos com personagens antigos e novos. O filme também explora o crescimento pessoal, a amizade e as decisões importantes da juventude.
Esta é a conclusão da trilogia iniciada em 2018, combinando romance, comédia e momentos emotivos para o público adolescente.
O filme foi o mais assistido da Netflix durante sua estreia. Recebeu críticas mistas: o público jovem gostou bastante, enquanto a crítica apontou uma fórmula repetitiva e previsível.
The Sweet East (2023)
The Sweet East é um road movie satírico e surrealista sobre Lillian, uma estudante do último ano do ensino médio que, após se separar de seu grupo durante uma viagem escolar a Washington, D.C., inicia uma estranha e fragmentada jornada pela costa leste dos Estados Unidos.
Ao longo do percurso, ela encontra personagens, situações e subculturas diversas, desde punks e ativistas até figuras estranhas ou extremistas, que a confrontam com diferentes visões da sociedade moderna, funcionando como uma espécie de espelho crítico da realidade contemporânea dos Estados Unidos. O filme não segue uma estrutura narrativa tradicional.
Em vez disso, utiliza cenas episódicas e situações exageradas para explorar diferentes aspectos culturais, políticos e sociais da vida americana. Trata-se de uma obra mais experimental e provocadora do que narrativa, com momentos absurdos, humor ácido e uma visão crítica que pode parecer tanto hilariante quanto desconcertante.
Águas Profundas (2022)
O filme acompanha Vic Van Allen (Ben Affleck) e sua esposa Melinda (Ana de Armas), um casal aparentemente perfeito que optou por um acordo pouco convencional para evitar o divórcio: Melinda pode ter amantes, desde que não abandone o lar da família.
O que começa como um pacto estranho torna-se inquietante quando os amantes de Melinda começam a desaparecer em circunstâncias misteriosas… e Vic se torna o principal suspeito.
Na história também aparece Jacob Elordi em um dos papéis secundários, interpretando Charlie De Lisle, um dos personagens que se envolvem com Melinda.
O filme mistura suspense, drama e erotismo, com uma atmosfera densa e tensões psicológicas entre os personagens. Devido ao ritmo do filme, às cenas provocativas e às mudanças abruptas de tom, recebeu críticas variadas: alguns elogiaram a estética e o mistério, enquanto outros o consideraram lento ou narrativamente inconsistente.
The Mortuary Collection (2019)
The Mortuary Collection é uma antologia de terror centrada em Timothy, um jovem que começa a trabalhar em um necrotério administrado pela misteriosa Miss Sloan (Clare Grant). Ela passa a contar a Timothy histórias macabras sobre os mortos que passaram pelo necrotério.
Cada história é um conto de terror independente, e entre elas está o papel de Jacob Elordi, em um segmento chamado “The Bunker”, no qual interpreta um personagem preso em circunstâncias sobrenaturais e perturbadoras.
Cada segmento possui seu próprio estilo, variando entre terror psicológico, gore e humor negro. O filme mistura histórias clássicas de terror com uma narrativa principal que conecta todos os relatos. Trata-se de uma homenagem às antologias clássicas de terror, como Creepshow.
O Morro dos Ventos Uivantes (2026)
O filme é uma nova adaptação cinematográfica do famoso romance O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights), publicado em 1847 por Emily Brontë, e se concentra na intensa e trágica relação entre Heathcliff e Catherine Earnshaw.
A história acompanha sua paixão, obsessão e ressentimento, além da forma como esse amor marca profundamente todos ao seu redor, tendo como cenário os páramos do norte da Inglaterra e famílias divididas por orgulho e dor.
Esta adaptação não é uma cópia literal do romance, mas sim uma interpretação moderna e estilizada, que enfatiza a emoção, o aspecto visual e a atmosfera do romance clássico.
O filme teve grande desempenho comercial, superando 150 milhões de dólares em bilheteria mundial pouco tempo após sua estreia.
As reações de críticos e público foram divididas: alguns elogiaram o estilo visual, a ambientação e as atuações, enquanto outros apontaram que a obra se afasta do profundo núcleo emocional do livro ou que a história parece menos intensa do que o esperado.
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